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Grupos Automáticos Prática: diferenciais e vantagens competitivas

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Até 2006, a falta de padronização na produção do pão francês e a sua comercialização por quantidade eram responsáveis por reiteradas queixas de consumidores no país inteiro, especialmente porque cada padaria vendia pães com peso, gramatura e tamanhos completamente diversos. O que isso tem a ver com os Grupos Automáticos Prática? Tudo!

Em busca de reduzir as fraudes ao consumidor e, simultaneamente, elevar as vendas no segmento, a Portaria Inmetro nº 146/2006 determinou que a venda de pães deveria, a partir da edição do ato, ser feita apenas por peso.

Mas se por um lado essa mudança permitiu ao setor de panificação aumentar seus lucros pela venda de fornadas mais pesadas, por outro, pressionou o segmento a se modernizar, trazendo equipamentos e métodos que assegurassem um mínimo de padronização na produção.

Com a venda por peso, o consumidor não aceitaria mais comprar pães disformes, de tamanhos e densidades diferentes. Equipamentos modernos, como os Grupos Automáticos Prática, passaram então a ser cruciais para manter a competitividade no setor.

Hoje você vai entender por que sua padaria não pode abrir mão desses equipamentos! Boa leitura!

O que tem impulsionado as mudanças no setor de panificação?

Com jornadas de trabalho cada vez mais intensas e extenuantes (4,4% da população nacional já passa mais de 12 horas por dia dentro da empresa), os brasileiros ficam cada vez menos tempo em casa. Ocorre que esse crescimento do tempo médio no trabalho aumenta, na mesma proporção, o percentual de consumo de alimentos fora de casa.

Não é difícil entender essa lógica. É preciso rapidez para se alimentar, não há tempo disponível para cozinhar e, muitas vezes, sequer para esperar o restaurante preparar o prato. Esse ritmo efervescente das grandes metrópoles acaba beneficiando o setor de panificação, repleto de produtos saborosos nas vitrines, quentinhos e à pronta entrega.

Isso explica em grande parte o aumento no consumo de pães no país (em 2017, foram 5,4 milhões de toneladas e, no ano seguinte, cerca de 5,6 milhões, resultado considerado “fraco” para um setor acostumado com bons resultados).

O problema é que esse incremento na demanda vem exigindo da panificação brasileira elevação drástica de produtividade, redução de desperdícios e métodos mais eficientes de produção. Só que, como muitas padarias ainda têm tradição familiar e produção artesanal, não são poucos os estabelecimentos fechando as portas nos últimos anos, principalmente pela dificuldade de mudança de pensamento diante de novas tecnologias, equipamentos, automação, conceitos e processos.

A falta de equipamentos modernos tem feito com que muitos empreendedores do setor não consigam mais competir, por exemplo, com os grandes investidores, que ingressaram na área de panificação com produção em larga escala e custos mínimos.

Essas virtudes são proporcionadas por equipamentos de ponta como os Grupos Automáticos Prática (que, embora acessíveis também às padarias, ainda não são de conhecimento de muitos empresários da área).

O que são grupos automáticos?

Em um universo de extrema competitividade, em que as padarias têm que concorrer com panificadoras/confeitarias gourmets e, simultaneamente, com a praticidade dos supermercados (que já fazem até entregas agendadas), não dá mais para perder tempo utilizando diversos equipamentos para produzir cada fornada de pães. O cliente tem pressa, deseja qualidade, preço e padronização.

Em muitas padarias, após a massa ser feita na amassadeira, esta é passada no cilindro e dividida manualmente. Em seguida, os pedaços são passados em uma modeladora, que dá a forma final conhecida do pãozinho que comemos todos os dias.

Só que tudo isso demanda tempo e uso de inúmeros equipamentos. Para piorar, como raramente utilizam-se divisoras, o resultado é, além do enorme tempo para produção, produtos com imensa variação na gramatura. E é evidente que isso é percebido pela clientela, especialmente quando basta atravessar a rua para encontrar pães mais saborosos, uniformes e com rápida entrega.

Os grupos automáticos são equipamentos integrados de alta velocidade, que realizam múltiplas tarefas do processo de panificação de forma automática. Os Grupos Automáticos Prática, por exemplo, fazem a divisão e a modelagem com alta capacidade de produção, permitindo que os padeiros concentrem-se em outras atividades durante a produção, bastando alimentar esses equipamentos com bastões de massa e coletar os pães já modelados na saída da máquina.

A velocidade do processo é notória e, em geral, opta-se por até colocar esteiras de distribuição motorizadas junto a esses equipamentos para aumentar os postos de trabalho na coleta e colocação dos pães nas assadeiras.

Além da velocidade, essas máquinas padronizam a gramatura, contando com conjuntos de cortadores facilmente substituíveis, pode-se variar a produção até muitas vezes utilizando a mesma receita (dado que muitos pães só mudam o tamanho e o formato). Isso é possível porque esses grupos contam com alongadores removíveis na saída, os quais são reguláveis a gosto do cliente.

A quais tipos de padaria esses produtos atendem?

Ao contrário do que se imagina, essa tecnologia não é destinada apenas às gigantes da panificação industrial, sendo perfeitas também aos estabelecimentos de pequeno porte.

Há Grupos Automáticos Prática com capacidade de processamento máximo entre 400 e 800 kg de massa/hora (GAP400 e GAP800, respectivamente), mas o controle de velocidade flexível dessas máquinas permite produzir volumes menores rapidamente segundo a necessidade do momento.

No lugar de perder tempo produzindo quantidades fracionadas de massa repetidas vezes ao longo do dia, é possível produzir em linha com sua demanda real por meio da automatização de boa parte do processo de panificação. Essa modernização resulta em economia de tempo/dinheiro, padronização de produtos e, é claro, excelência em panificação!

Vale lembrar que esses grupos ocupam pouco espaço: o modelo GAP400 da Prática não chega a ocupar 5 m² e pode produzir até 6.000 pães/hora! Considerando a praticidade de alocação no espaço físico, o alto retorno sobre o investimento, a simplicidade de uso e as vantagens operacionais produzidas, não há paradigmas a serem vencidos para a implementação desse tipo de tecnologia.

Em meio a toda essa praticidade, uma sugestão é usar também um ultracongelador para congelar pães crus modelados a -18°C e armazená-los em uma câmara. Com isso, é possível ter toda a variedade de itens da padaria disponível para ser descongelada, fermentada, assada e comercializada sem a necessidade de ter uma produção imediata.

Percebeu o quanto um único equipamento de ponta pode redesenhar os processos em sua padaria?

Quais são os benefícios dos GAP400 e GAP800?

Algumas especificações dos Grupos Automáticos Prática GAP400 e GAP800:

  • velocidade;
  • produtividade;
  • praticidade;
  • permite produção de vários formatos diferentes de pães alongados em tempo reduzido, agregando valor aos produtos;
  • perfeitos para trabalhar com ultracongeladores, o que permitirá produção antecipada com atendimento ininterrupto;
  • perfeitos para todas as Centrais de Produção (aplicação do conceito de Centralização de Produção);
  • entre outras facilidades.

As características técnicas e/ou mais específicas podem ser consultadas no site ou através do contato com o  setor comercial da Prática.

Quer levar toda essa modernização de processos e competir de igual para igual com os líderes do setor de panificação? Então entre agora em contato conosco e conheça mais detalhes sobre os Grupos Automáticos Prática GAP400 e GAP800 e saiba como eles podem redefinir as rotinas em sua padaria!

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O frete é conta da Pratica ?

Prática

Bom dia Antonio, tudo bem? Nos contate através do 35 3449-1200 ou sac@praticabr.com, vamos esclarecer suas dúvidas =)

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muito interessante, mais pra quem quer iniciar nesse ramo tem custos muito pesado

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