Câmaras de fermentação: o que observar antes de comprar?

Prática • 12 de abril de 2018
Três armários de aço inoxidável estão alinhados sobre uma superfície branca.

A fermentação interfere no volume, na textura, na aparência, no aroma e no desenvolvimento dos pães.


Temperatura, umidade, tempo, formulação e atividade das leveduras estão entre os fatores que determinam o resultado dessa etapa.


Quando temperatura e umidade variam sem controle, massas preparadas com a mesma formulação podem apresentar diferenças entre uma fornada e outra. O clima da padaria também pode alterar a velocidade de fermentação e exigir acompanhamento frequente da equipe.


A câmara de fermentação cria um ambiente controlado para o desenvolvimento das massas.


Dependendo da configuração, pode aquecer, refrigerar, gerar umidade e executar ciclos programados para adequar a fermentação aos horários de produção e forneamento.


Entender essas funções, sua relação com o comportamento das massas e a capacidade necessária ajuda a escolher o equipamento de acordo com a produção da padaria.


O que é uma câmara de fermentação?


A câmara de fermentação é um equipamento utilizado para controlar o ambiente em que as massas permanecem durante o desenvolvimento fermentativo.


Em vez de deixar essa etapa sujeita às oscilações da temperatura e da umidade da padaria, o equipamento permite trabalhar com parâmetros definidos para cada produto.


Há modelos destinados à fermentação com aquecimento e umidificação e versões que também utilizam refrigeração.


Estas últimas permitem retardar a atividade fermentativa e programar sua retomada posteriormente.


A configuração adequada depende do tipo de produto, do fluxo de produção e do nível de automação necessário.


Como funciona uma câmara de fermentação?


O funcionamento varia conforme os recursos disponíveis em cada modelo.


Durante a fermentação, o aquecimento cria a condição térmica programada para o desenvolvimento das massas.


A geração de umidade ajuda a preservar sua superfície durante essa etapa.


Nas câmaras equipadas com refrigeração, a redução da temperatura desacelera a atividade fermentativa.


O equipamento pode posteriormente elevar a temperatura para que a massa volte a se desenvolver antes do forneamento.


Sensores monitoram a temperatura interna, enquanto o sistema de controle administra os componentes responsáveis por aquecimento, refrigeração e umidificação.


Em modelos programáveis, essas etapas podem ser executadas automaticamente.


As câmaras de fermentação controlada da Prática mostram como esse princípio é aplicado em equipamentos profissionais.


A CFCK20, a CFCK20 Vision e a CFCK Compact trabalham com funções de aceleração e retardamento da fermentação.


Nos modelos CFCK, a Prática especifica fermentação até 40 °C e retardamento com temperatura mínima de 2 °C.


Esses valores correspondem à faixa de funcionamento dos equipamentos e não devem ser interpretados como temperatura ideal para todos os tipos de pão.


Por que temperatura e umidade são importantes?


As leveduras utilizadas na panificação são organismos vivos, e sua atividade responde às características do meio em que se encontram.


A temperatura interfere na velocidade de fermentação.


Por isso, não existe um único valor que possa ser adotado como ideal para qualquer pão.


O ajuste depende de fatores como:


  • formulação;
  • quantidade e tipo de fermento;
  • tamanho das peças;
  • tempo de fermentação;
  • método de produção;
  • características desejadas no produto final.


A umidade também precisa ser controlada.


Em um ambiente muito seco, a superfície da massa pode perder água e formar uma película que dificulta sua expansão uniforme.


Também não existe um percentual de umidade aplicável indistintamente a todos os produtos.


A regulagem precisa acompanhar as necessidades da massa e da etapa executada.


Nos modelos CFCK analisados, a Prática utiliza quatro níveis de controle de umidade, permitindo ajustar a geração de vapor conforme a programação.


A documentação da CFCK20 Vision também prevê controle em quatro níveis durante a fase fria.


Esse exemplo ajuda a entender por que temperatura e umidade devem ser tratadas como parâmetros ajustáveis, e não como números universais.


Como o clima interfere na fermentação?


Quando a massa fermenta diretamente no ambiente da padaria, mudanças climáticas podem modificar a velocidade de desenvolvimento.


Em dias quentes, o comportamento pode ser diferente daquele observado em períodos frios.


O ar seco também favorece a perda de umidade na superfície das peças.


Essas oscilações podem exigir alterações de tempo e maior acompanhamento do padeiro.


A câmara reduz essa influência ao manter um ambiente próprio para a fermentação.


Com parâmetros definidos, torna-se mais fácil repetir o ciclo em diferentes períodos do dia e do ano.


Quais os benefícios da fermentação controlada?


O principal benefício é aumentar a previsibilidade dessa etapa da panificação.


Com menor dependência das condições externas, a operação pode trabalhar com ciclos definidos para cada produto e coordená-los com as demais atividades da produção.


Entre os principais benefícios estão:


  • maior regularidade entre lotes;
  • menor interferência das variações climáticas;
  • controle do ritmo de desenvolvimento das massas;
  • programação dos horários de forneamento;
  • possibilidade de preparar produtos antecipadamente;
  • menor necessidade de acompanhamento contínuo;
  • redução de perdas decorrentes de fermentação inadequada;
  • melhor distribuição das atividades da equipe.


Quais são os tipos de câmara de fermentação?


As funções disponíveis variam entre os equipamentos.


Por isso, é importante identificar o que cada configuração consegue executar antes da escolha.


Câmara com aquecimento


É destinada à fermentação convencional das massas.


O sistema eleva a temperatura até o parâmetro programado e, dependendo do modelo, também gera umidade.


Essa configuração atende produções nas quais modelagem, fermentação e forneamento acontecem em sequência.


Câmara com refrigeração e aquecimento


Além da etapa quente, possui sistema de refrigeração capaz de diminuir a atividade fermentativa.


A massa pode permanecer em baixa temperatura durante um período e voltar posteriormente às condições necessárias para seu desenvolvimento.


Essa configuração permite trabalhar com fermentação retardada e preparar produtos antecipadamente.


Câmara com programação automática


Equipamentos programáveis executam diferentes fases de um ciclo a partir das definições do operador.


Dependendo do modelo, é possível combinar refrigeração, aquecimento, umidificação e duração das etapas.


A programação é particularmente útil quando parte do ciclo ocorre fora do horário normal de trabalho da equipe.


O que é fermentação retardada?


Fermentação retardada é o uso de temperaturas mais baixas para desacelerar temporariamente a atividade fermentativa.


A massa pode ser preparada e modelada antes do horário em que será forneada.


Durante o período frio, seu desenvolvimento ocorre em ritmo reduzido.


No momento programado, a temperatura é modificada para permitir a continuidade da fermentação.


Dessa forma, preparação, fermentação e forneamento não precisam ocorrer imediatamente em sequência.


Como funcionam aceleração e retardamento?


A aceleração e o retardamento modificam o ritmo de desenvolvimento das massas por meio do controle de temperatura.


No retardamento, a refrigeração diminui a atividade fermentativa.


Na etapa de aceleração, o aquecimento cria o ambiente programado para que o desenvolvimento prossiga.


Os equipamentos CFCK da Prática exemplificam essa operação ao combinar refrigeração, aquecimento e controle de umidade.


Na CFCK20 Vision, por exemplo, o aquecimento é realizado por resistências blindadas, enquanto a circulação de ar ocorre por ventilação forçada.


Um sensor monitora a temperatura da câmara, e o controle térmico funciona separadamente do sistema responsável pela geração de vapor.


A combinação desses recursos permite administrar diferentes variáveis da fermentação dentro do mesmo equipamento.


O que é a função Padeiro Noturno?


A função Padeiro Noturno automatiza a transição entre retardamento e fermentação para que as massas estejam em determinada etapa do ciclo no horário programado.


Nos equipamentos CFCK da Prática, a refrigeração começa imediatamente após a ativação da função, retardando o desenvolvimento até o momento definido pelo operador.


A partir da programação estabelecida, o equipamento conduz as etapas seguintes para iniciar a fermentação no horário determinado.


Assim, uma produção preparada no fim do dia pode permanecer sob refrigeração durante a noite e avançar para a fase de fermentação antes da chegada da equipe.


O recurso reduz a necessidade de manter um padeiro acompanhando manualmente toda a evolução das massas durante a madrugada.


Os equipamentos também dispõem da função Padeiro Diurno.


Nesse modo, a fermentação começa imediatamente de acordo com tempo e temperatura programados. Após o período definido, o sistema inicia a refrigeração para conservar os produtos.


Como a fermentação afeta a qualidade dos pães?


O crescimento da massa não determina apenas seu volume.


Durante a fermentação ocorrem transformações que interferem na estrutura e nas características do produto.


Desenvolvimento insuficiente, excesso de fermentação ou ressecamento superficial podem comprometer o resultado após o forno.


Quando os parâmetros estão adequados à receita, é possível buscar maior regularidade em aspectos como:


  • volume;
  • estrutura interna;
  • textura;
  • crescimento das peças;
  • aparência após o forneamento.


A câmara, entretanto, não corrige problemas de formulação ou das demais etapas.


Farinha, fermento, água, outros ingredientes, mistura, divisão, modelagem e forneamento continuam interferindo no produto final.


Como evitar o ressecamento das massas?


A superfície das peças pode perder água quando permanece em um ambiente excessivamente seco.


A perda forma uma película externa que dificulta a expansão uniforme durante o desenvolvimento e pode provocar defeitos após o forneamento.


O controle de umidade reduz a exposição da massa a esse problema.


Outro cuidado é evitar aberturas desnecessárias da porta, que alteram temporariamente o ambiente interno.


Nesse ponto, a CFCK20 Vision possui uma característica específica: porta de vidro com iluminação interna.


O operador consegue observar as peças sem precisar abrir o equipamento apenas para acompanhar seu desenvolvimento.


Como integrar fermentação e forneamento?


A capacidade da câmara precisa acompanhar o ritmo das etapas anteriores e posteriores.


Em uma linha de panificação, o fluxo pode seguir esta sequência:


preparo da massa → divisão → modelagem → fermentação → forneamento → resfriamento → exposição ou expedição.


Uma câmara capaz de receber grande quantidade de assadeiras não resolve sozinha uma limitação no forno.


Se muitas massas terminarem a fermentação simultaneamente e não houver capacidade de forneamento correspondente, parte da produção poderá esperar além do período planejado.


O inverso também ocorre.


Um forno de alta produtividade pode ficar ocioso quando a fermentação não fornece cargas no ritmo necessário.


Por isso, dimensionar a câmara significa relacionar sua capacidade ao número de assadeiras por ciclo, tempo de permanência das massas, produtividade do forno e horários de demanda.


Como escolher o tamanho da câmara?


O cálculo deve começar pelos períodos de maior produção, e não somente pela quantidade total fabricada durante o dia.


É necessário levantar:


  • quantidade de produtos por assadeira;
  • peso ou tamanho das peças;
  • número de assadeiras simultâneas;
  • tempo previsto de fermentação;
  • quantidade de ciclos;
  • capacidade do forno;
  • horários de maior produção e venda.


Os modelos da Prática ajudam a visualizar como a capacidade pode variar.


A CFCK Compact comporta até 16 assadeiras de 40 × 60 cm e tem capacidade indicada para 320 pães de 65 g.


Já a CFCK20 e a CFCK20 Vision comportam 40 assadeiras de 40 × 60 cm ou 20 níveis de 80 × 60 cm, com capacidade indicada para 720 pães de 65 g.


Esses números mostram por que não basta comparar equipamentos apenas pelo tamanho externo.


Formato das assadeiras, quantidade de níveis, carga por ciclo e volume necessário no horário de pico precisam ser avaliados em conjunto.


Em algumas operações, duas câmaras menores ainda podem permitir ciclos distintos simultaneamente.


Em outras, uma unidade de maior capacidade se adapta melhor ao fluxo.


Veja também como dimensionar câmaras de fermentação.


A distribuição das assadeiras interfere no resultado?


Sim. Não basta respeitar a capacidade máxima da câmara.


A maneira como a carga é distribuída também interfere na circulação de ar e na uniformidade.


O manual dos equipamentos CFCK orienta distribuir as cargas uniformemente pelos níveis para preservar o rendimento e a uniformidade do trabalho.


Na CFCK20, a circulação interna utiliza três ventiladores, recurso desenvolvido para favorecer a uniformidade entre os níveis.


Portanto, ocupar corretamente a câmara faz parte do uso do equipamento.


Concentrar as assadeiras em determinados pontos ou desrespeitar as orientações de carregamento pode alterar o comportamento esperado.


O que avaliar antes da compra?


A capacidade deve ser analisada em conjunto com os recursos necessários para o processo produtivo.


Faixa de temperatura


Verifique a faixa de funcionamento declarada pelo fabricante e se o equipamento possui refrigeração quando houver necessidade de retardamento.


Como referência de especificação, os modelos CFCK da Prática permitem fermentação até 40 °C e retardamento a partir de 2 °C.


Controle de umidade


Observe como a umidade é gerada e regulada.


Os modelos CFCK analisados trabalham com quatro níveis de controle, permitindo selecionar a intensidade de acordo com a programação.


Programação


Se a produção precisa ser preparada antecipadamente, recursos automáticos podem conduzir fases sem acompanhamento contínuo.


Funções como Padeiro Noturno e Padeiro Diurno são exemplos dessa aplicação.


Capacidade e distribuição


Verifique dimensões das assadeiras, quantidade de níveis e carga admitida por ciclo.


A ocupação interna também deve respeitar as orientações de distribuição do fabricante.


Circulação de ar


A movimentação do ar interfere na distribuição de temperatura e umidade pelo interior da câmara.


Por isso, o sistema de ventilação deve fazer parte da avaliação.


Construção


Materiais resistentes ao ambiente de produção facilitam conservação e higienização.


Na CFCK20 Vision, por exemplo, a Prática especifica aço inoxidável 430 nos fechamentos externos e aço inoxidável 304 no interior.


Isolamento térmico


O isolamento reduz a troca de calor com o ambiente externo.


Na CFCK20 Vision, são utilizadas placas desmontáveis de 50 mm com isolamento em poliuretano de densidade de 40 kg/m³.


Visualização interna


Quando houver necessidade de acompanhamento frequente, visor e iluminação permitem observar as peças sem sucessivas aberturas da porta.


A CFCK20 Vision utiliza porta de vidro e iluminação interna para essa finalidade.


Higienização


Observe a facilidade de acesso às superfícies internas e a existência de recursos para retirada da água utilizada na limpeza.


A CFCK20 e a CFCK20 Vision possuem dreno para facilitar o escoamento durante a higienização.


Instalação e assistência técnica


Antes da compra, também é necessário verificar requisitos elétricos, hidráulicos, ventilação do local, espaço disponível e orientações de instalação do modelo escolhido.


O acesso à assistência técnica e à manutenção preventiva deve fazer parte dessa avaliação.


Como fazer a limpeza da câmara?


A higienização deve seguir o manual específico do equipamento.


Nos equipamentos CFCK da Prática, as orientações incluem desligar a unidade antes da limpeza e utilizar água, sabão neutro e pano macio ou esponja de nylon nas superfícies indicadas.


Após o procedimento, as áreas higienizadas devem ser enxaguadas quando aplicável e completamente secas.


Materiais abrasivos, esponjas de aço comum e objetos capazes de riscar o aço inoxidável não devem ser utilizados.


Também é necessário retirar resíduos de farinha e massa e observar locais sujeitos ao acúmulo de água ou sujeira.


Os produtos químicos empregados precisam ser compatíveis com os materiais e seguir as recomendações do fabricante.


Câmara de fermentação e segurança dos alimentos


O controle de temperatura e umidade não substitui os procedimentos de higiene e manipulação adotados pela operação.


A rotina deve contemplar:


  • higienização na frequência definida para o uso;
  • retirada de resíduos;
  • assadeiras limpas;
  • prevenção da contaminação cruzada;
  • conservação de superfícies e vedações;
  • qualidade da água utilizada;
  • procedimentos adequados para cada produto.


A presença de refrigeração também não significa que massas ou ingredientes possam permanecer armazenados indefinidamente.


Tempo, temperatura, formulação e características do alimento precisam ser considerados de acordo com os procedimentos definidos pela operação.


Quando uma câmara de fermentação faz sentido?


Algumas situações indicam que o controle do ambiente pode ser necessário para melhorar o fluxo de produção:


  • diferenças frequentes entre lotes;
  • alterações no ritmo da fermentação em função do clima;
  • dificuldade para coordenar fermentação e forneamento;
  • necessidade constante de intervenção do padeiro;
  • produção antecipada para determinados horários;
  • necessidade de retardar massas durante a noite;
  • perdas provocadas pelo ponto inadequado;
  • aumento do volume produzido com uma equipe reduzida.


A escolha depende da realidade de cada estabelecimento.


Uma produção pequena, com poucas fornadas, apresenta necessidades diferentes das de uma padaria comercial, supermercado ou central que trabalha com diversas cargas durante o dia.


A capacidade e os recursos de cada modelo devem, portanto, acompanhar o fluxo que a operação realmente precisa atender.


FAQ sobre câmara de fermentação


Qual é a temperatura ideal para fermentação?


Não existe uma temperatura única para todos os pães.


Formulação, tipo e quantidade de fermento, tamanho das peças, tempo disponível e resultado desejado interferem na definição.


Nos equipamentos CFCK da Prática, a faixa declarada chega a 40 °C para fermentação, mas esse limite técnico não significa que todos os produtos devam ser fermentados nessa temperatura.


Qual é a umidade ideal dentro da câmara?


A necessidade varia conforme a massa e a etapa.


O controle busca evitar principalmente o ressecamento da superfície sem utilizar uma regulagem única para todos os produtos.


Os modelos CFCK da Prática oferecem quatro níveis de controle de umidade.


Qual a diferença entre uma câmara com aquecimento e uma com refrigeração?


A primeira cria o ambiente necessário para o desenvolvimento das massas por meio de aquecimento e, conforme o equipamento, umidificação.


Uma câmara equipada também com refrigeração consegue desacelerar a atividade fermentativa e programar sua retomada posteriormente.


É possível retardar a fermentação durante a noite?


Sim, quando o equipamento dispõe de refrigeração e controles adequados.


Nos modelos CFCK da Prática, a função Padeiro Noturno inicia a refrigeração para retardar a fermentação e permite programar o momento em que a etapa de desenvolvimento deverá começar.


Quanto tempo a massa pode permanecer na câmara?


Não existe um período universal.


Receita, fermento, temperatura, tamanho das peças e tipo de ciclo interferem no tempo. A programação deve ser definida para o produto que será preparado.


Como calcular a capacidade da câmara de fermentação?


Considere quantas peças precisam ser produzidas nos horários de maior demanda, quantidade por assadeira, número de assadeiras simultâneas, duração do ciclo e capacidade do forno.


O objetivo é evitar que fermentação ou forneamento se transforme em gargalo.


Qual câmara de fermentação escolher?


A escolha deve relacionar capacidade, dimensões das assadeiras, necessidade de refrigeração, controle de umidade, programação e volume produzido.


Na linha Prática, a CFCK Compact atende operações que precisam de menor capacidade, enquanto CFCK20 e CFCK20 Vision ampliam a quantidade de assadeiras e produtos por ciclo.


A CFCK20 Vision acrescenta visualização interna pela porta de vidro.


Veja também nosso conteúdo sobre como dimensionar as câmaras de fermentação.