9 motivos para adquirir um equipamento Prática

Prática • June 8, 2020
Um grupo de fornos e equipamentos estão alinhados em uma fileira sobre um fundo branco.

Escolher equipamentos para uma cozinha profissional, padaria, supermercado, hotel ou central de produção exige analisar fatores que vão além do preço de compra.


Capacidade, consumo de recursos, automação, suporte técnico, disponibilidade de peças e adequação ao fluxo produtivo interferem diretamente na operação ao longo dos anos.


Também é necessário considerar o cardápio, o volume produzido, o espaço disponível e a infraestrutura elétrica, hidráulica e de exaustão.


O equipamento adequado deve responder às necessidades reais do estabelecimento sem criar capacidade ociosa ou limitações durante períodos de maior demanda.


A Prática desenvolve e fabrica soluções para foodservice e panificação, com categorias destinadas a diferentes etapas da produção.


Conheça nove aspectos que ajudam a avaliar a escolha dos equipamentos e como eles aparecem no portfólio da empresa.


Por que escolher equipamentos Prática?


A decisão deve partir das características de cada operação.


Uma cafeteria possui necessidades diferentes de um restaurante, assim como uma padaria de bairro não utiliza necessariamente a mesma estrutura de uma indústria de panificação.


Por isso, vale analisar o equipamento como parte do processo produtivo, considerando desde o preparo até cocção, resfriamento, congelamento, finalização, higienização e suporte pós-venda.


1. Portfólio para diferentes operações


Um dos primeiros critérios de escolha é verificar se o fabricante possui equipamentos adequados ao tipo de produção, capacidade necessária e infraestrutura disponível.


O portfólio atual da Prática contempla diferentes categorias de equipamentos profissionais:



Essa diversidade permite selecionar tecnologias conforme cardápio, fluxo, espaço físico e volume de produção, em vez de partir apenas do tamanho do estabelecimento.


Para quem está estruturando uma cozinha, o artigo Equipamentos para cozinha industrial: dicas para escolher apresenta outros fatores que devem ser avaliados antes da compra.


2. Dimensionamento conforme a demanda


Comprar um equipamento com capacidade incompatível com a produção pode gerar dois problemas opostos: estrutura insuficiente nos horários de pico ou investimento em capacidade que permanece ociosa durante boa parte do dia.


Por isso, o dimensionamento deve considerar quantidade produzida, variedade do cardápio, tempo disponível para cada processo, períodos de maior movimento, espaço e infraestrutura.


Na panificação, essa análise envolve ainda as diferentes etapas da produção.


Amassamento, divisão, modelagem, fermentação, forneamento e resfriamento possuem necessidades próprias.


O artigo Equipamentos para padaria: conheça os 5 principais explica como algumas dessas máquinas participam do fluxo produtivo.


Antes da compra, uma avaliação técnica e comercial ajuda a identificar a configuração compatível com a realidade de cada estabelecimento.


3. Automação e padronização de processos


m operações profissionais, depender exclusivamente da intervenção manual em todas as etapas pode aumentar a variação entre lotes e preparações.


Recursos de programação permitem registrar parâmetros e reproduzir processos previamente definidos.


Dependendo do equipamento, podem ser controlados fatores como tempo, temperatura, umidade e etapas de cocção.


Nos fornos compatíveis, a plataforma IOK permite administrar receitas, menus e grupos de equipamentos remotamente, além de distribuir configurações entre unidades conectadas.


Esse tipo de recurso ganha relevância em estabelecimentos com vários operadores ou redes que precisam manter parâmetros semelhantes em diferentes pontos de venda.


Para entender as possibilidades de cocção dessa categoria, consulte O que pode ser feito no forno combinado?.


4. Uso eficiente de espaço e recursos


O custo de um equipamento profissional não se limita ao valor pago na aquisição.


Energia, água, insumos, ocupação da cozinha e tempo das equipes também participam do custo operacional.


Por isso, a comparação deve considerar o processo completo.


Um forno combinado, por exemplo, reúne diferentes métodos de cocção em uma mesma câmara e pode executar funções que, dependendo do cardápio, seriam distribuídas entre diversos equipamentos.


Já a produção antecipada associada ao resfriamento ou congelamento rápido permite reorganizar horários, preparar lotes conforme o planejamento e disponibilizar produtos de acordo com a demanda.


O sistema Cook and Chill é um exemplo de organização da produção baseada em cocção, redução rápida da temperatura, armazenamento controlado e posterior regeneração.


5. Tecnologias para diferentes etapas da produção


Nem toda operação precisa do mesmo nível de automação ou da mesma tecnologia.


O ponto central é identificar qual processo precisa ser executado e qual resultado o produto exige.


Os fornos combinados trabalham com ar quente, vapor e combinação entre ambos para diferentes aplicações em cozinhas profissionais.


Os Speed Ovens são voltados à finalização rápida e podem atender estabelecimentos nos quais velocidade de serviço, aquecimento e acabamento do alimento fazem parte da proposta do cardápio.


A Linha FIT possui configurações destinadas a diferentes perfis de operação.


Na cadeia fria, ultracongeladores e abatedores atuam na redução rápida da temperatura.


Além da organização produtiva, o processo contribui para diminuir o período em que determinados alimentos permanecem em faixas favoráveis à multiplicação de microrganismos.


Veja também as principais dúvidas sobre ultracongeladores.


6. Avaliação do custo ao longo da vida útil


Comparar equipamentos apenas pelo preço inicial pode levar a uma avaliação incompleta do investimento.


O custo total envolve aquisição, instalação, consumo de recursos, produtos de limpeza, manutenção, disponibilidade de peças e possíveis períodos de equipamento parado.


A vida útil também depende das condições de instalação, frequência de utilização, higienização e cumprimento das orientações indicadas pelo fabricante.


Antes de decidir, vale comparar esses fatores com a capacidade produtiva esperada e com o papel que o equipamento terá no fluxo do estabelecimento.


Esse olhar permite avaliar o investimento a partir da operação ao longo do tempo, e não somente do desembolso inicial.


7. Assistência técnica e disponibilidade de peças


Equipamentos profissionais costumam trabalhar durante muitas horas e, em determinadas operações, ocupam etapas críticas da produção.


Por isso, a estrutura de pós-venda deve ser considerada antes da compra.


A Prática informa atendimento em território nacional, com técnicos especializados e centros de distribuição de peças para instalações, manutenção e orientações relacionadas aos equipamentos.


O site institucional registra atualmente 11 concessionárias e 12 centros de distribuição no Brasil.


Além do atendimento corretivo, a manutenção preventiva ajuda a identificar desgastes, preservar condições adequadas de funcionamento e reduzir a possibilidade de interrupções inesperadas.


Esse aspecto ganha peso quando o equipamento participa diretamente de etapas que não podem ser facilmente transferidas para outra máquina.


8. Demonstrações, treinamento e apoio operacional


Conhecer um equipamento funcionando antes da aquisição ajuda a avaliar capacidade, recursos e compatibilidade com o fluxo pretendido.


A Prática oferece demonstrações e treinamentos, além do Canal Chef, serviço destinado ao apoio sobre utilização dos equipamentos, higienização, tempos de preparo, temperaturas de cocção e receitas.


Esse suporte também auxilia a implantação de novos processos e a capacitação das equipes que utilizarão as máquinas diariamente.


Treinamento é especialmente relevante quando existem recursos programáveis, diferentes modos de operação ou procedimentos específicos de higienização.


Para redes ou estabelecimentos com rotatividade de funcionários, processos documentados e programas previamente configurados podem contribuir para reduzir variações operacionais.


9. Soluções integradas para foodservice e panificação


Em vez de avaliar cada máquina isoladamente, determinadas operações podem ser organizadas a partir da integração entre diferentes etapas produtivas.


No foodservice, forno combinado e ultracongelador podem participar de sistemas de produção antecipada.


Dependendo do modelo de negócio, a regeneração ou finalização pode ocorrer posteriormente conforme a demanda.


Na panificação, máquinas destinadas ao processamento da massa podem ser associadas a fermentação, forneamento e congelamento, de acordo com o produto e o modelo produtivo.


O artigo Benefícios dos Grupos Automáticos e ultracongeladores na panificação mostra como a integração entre equipamentos pode contribuir para produção em maior escala, padronização e redução de desperdícios.


Há também aplicações documentadas em operações de foodservice.


No caso da Rede Graal, a reorganização do fluxo produtivo envolveu fornos combinados e ultracongeladores.


O que avaliar antes da compra?


A escolha começa pelo processo, e não pelo equipamento.


Antes de definir um modelo, levante o volume produzido atualmente, a projeção de demanda, os horários de pico, os produtos do cardápio, o espaço disponível e as condições de instalação.


Também devem entrar na análise:


  • capacidade necessária;
  • tempo esperado de produção;
  • consumo de água e energia;
  • requisitos de limpeza;
  • nível de automação;
  • facilidade de operação;
  • disponibilidade de assistência;
  • acesso a peças e manutenção;
  • treinamento dos operadores;
  • possibilidade de expansão futura.


Esses dados ajudam a evitar tanto o subdimensionamento quanto a aquisição de uma estrutura acima das necessidades do estabelecimento.


Sobre a Prática


Fundada em 1991 pelos irmãos André e Luiz Eduardo Rezende, a Prática Produtos S.A. desenvolve e fabrica equipamentos para os setores de foodservice e panificação.


A empresa tem sede no Brasil e filiais no Chile, Estados Unidos e Alemanha, com atuação em mais de 50 países.


Atualmente, conta com mais de 600 colaboradores, incluindo 55 profissionais dedicados a pesquisa e desenvolvimento.


Seu portfólio reúne fornos profissionais, Speed Ovens, ultracongeladores, abatedores, máquinas e fornos para panificação e lavadoras de louças profissionais, além de serviços de demonstração, treinamento e suporte técnico.


A empresa também mantém investimentos em desenvolvimento de produtos e tecnologias voltadas a automação, conectividade, produtividade, padronização, uso eficiente de recursos e redução de desperdícios.


No Brasil, a estrutura informada no site institucional inclui 11 concessionárias e 12 centros de distribuição, além dos serviços de atendimento técnico e apoio operacional.


Conheça a Prática e sua atuação no mercado.


Como escolher o equipamento adequado


Não existe uma configuração única adequada a todos os estabelecimentos.


A escolha depende da relação entre produção, cardápio, capacidade, infraestrutura, nível de automação e suporte necessário.


Avaliar esses pontos antes da aquisição facilita a comparação entre modelos e ajuda a identificar quais recursos terão utilização efetiva no cotidiano.


Para continuar planejando sua estrutura, veja também Equipamentos para cozinha industrial: dicas para escolher e conheça outros critérios importantes para definir os equipamentos da sua operação.

Conteúdo revisado pela equipe técnica da Prática, formada por chefs de cozinha, técnicos em panificação, engenheiros e consultores comerciais, com a expertise de mais de 35 anos da empresa no mercado de alimentação.